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A era FOOH: como os efeitos digitais estão transformando a publicidade em outdoor

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A publicidade está entrando em uma nova era com o chamado “faux out of home” (FOOH) – ou, simplesmente, a falsa ativação outdoor – uma forma de mídia que combina realidade e manipulação digital.

A Barbie gigante se desencaixa em Dubai e os cílios de um trem em Londres são pintados por Maybelline. É a nova onda de publicidade CGI.

Em primeiro lugar, CGI é a sigla para “Computer-Generated Imagery” que em português seria algo como Imagem Gerada por Computador. Essa tecnologia é usada majoritariamente para simulações em filmes, desenhos e outras mídias populares.

Diferença causada pelo CGI no filme “Piratas do Caribe 2”

 

A tecnologia foi usada pela primeira vez em um filme chamado “Futureworld” no ano de 1976 em uma breve cena. Esse acontecimento, entretanto, inspirou o diretor Jorge Lucas a produzir uma série de filmes utilizando a tecnologia de forma mais presente e abrangente chamada “Star Wars”.

Cena do filme “FutureWorld” utilizando CGI

 

A grande revolução do CGI na mídia foi ocorrer um pouco mais tarde, em 1982, com o filme “TRON” que alavancou a popularidade da ferramenta e concretizou o espaço da mesma na indústria e no mercado da geração.

Com os anos que vieram e o constante desenvolvimento tecnológico das técnicas de CGI foi feito, em 1995, “Toy Story” o primeiro filme completamente renderizado em técnicas de CGI que despontou uma nova tendência na área dos filmes de animação.

A partir dos anos 2000 a tecnologia avançou de forma extremamente rápida de modo que os resultados tecnológicos e cinematográficos davam saltas exponenciais a cada ano passado.

O filme “Avatar” de 2009 é exemplo do rápido avanço da tecnologia CGI

 

A tecnologia CGI atualmente tem espaço fundamental para o surgimento de inovações no ramo cinematográfico e, também, na publicidade, como é o caso do FOOH. 

Podemos considerar como uma abordagem inovadora, com grande potencial de viralizar na internet, mas também levanta questões sobre ética e responsabilidade. O engajamento nas redes só ocorre pois grande parte da audiência acredita ser verdade. 

Se os vídeos vierem com indicação de que são feitos com efeitos digitais, serão espalhados como grandes e impressionantes feitos de comunicação?

 

Entre os benefícios estão:

 

  • Engajamento: um método envolvente que chama atenção e por isso, gera engajamento;
  • Visibilidade: esse engajamento gera compartilhamentos e consequentemente, aumenta a visibilidade da marca;
  • Personalização: pode atender aos diferentes tipos de marca e público-alvo.

 

Já os desafios são: 

 

  • Custo: a FOOH ainda é algo novo e caro;
  • Tecnologia: requer tecnologia avançada, que pode ser complexa e alguns casos, difícil de ser implementada;
  • Veracidade: as situações criadas por essa tendência podem ser confundidas com anúncios reais, e isso pode acabar diminuindo a confiança do consumidor com relação à marca.

 

Por ser algo novo e criativo, a FOOH desperta curiosidade e desejo no consumidor. Ela pode ser usada em ações como:

 

  • Um desfile de moda virtual em um outdoor no meio de ruas internacionalmente conhecidas, como a Times Square, em Nova Iorque;
  • Uma marca de alimentos usa FOOH para criar um jogo interativo que permite aos consumidores ganhar prêmios;

 

Uma marca de automóveis cria uma experiência de realidade virtual que permite aos consumidores testarem carros novos. A FOOH é uma forma de publicidade promissora que pode oferecer uma série de benefícios para as marcas.

 

No entanto, é importante considerar os custos e desafios envolvidos antes de implementar essa tecnologia. Com relação à veracidade, a questão talvez possa ser resolvida com um rótulo que sinalize ao público que aquela peça é um material publicitário.

 

Responsabilidade e Ética

 

Com a criação de conteúdo falso, surge a necessidade de divulgar e questionar o valor que ele traz para as marcas. A criação de conteúdo que parece real, mas não é, pode levar a mal-entendidos e até mesmo a acusações de engano. A responsabilidade de divulgar que o conteúdo é CGI é crucial para manter a confiança do público.

 

Saturação

 

Como qualquer tendência, o FOOH corre o risco de se tornar banal se for superutilizado. A originalidade e a criatividade são fundamentais para manter essa abordagem eficaz. Porém, mais do que isso, apostaria que grande parte só sobreviverá dentro do debate “é real ou falso?”. Para muitas marcas, de qualquer forma, esse tipo de discussão (que traz engajamento) já seria o suficiente para justificar o investimento no formato.

 

Fontes: https://www.ppucdb.com.br/cgi/ 

https://agenciahitmidia.com.br/a-era-do-fooh-a-midia-que-combina-realidade-com-manipulacao-digital-viraliza-nas-redes/ 

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